
Quantas vezes no nosso dia a dia temos atitudes, dizemos palavras ou fazemos mesmo expressões não porque queremos mas porque a isso somos obrigadas. Paro muitas vezes para pensar que aquilo que sou não é o que eu quero mas porque a isso sou obrigada. Obrigada, por educação, por profissionalismo, por amizade, por família e muitas vezes porque não é o local a hora ou o apropriado. Já se sentiram alguma vez assim amigas? Se sim sabem do que estou a falar. Mas será que ser assim é correcto ou estou simplesmente a ser cínica? Mas não é assim que muitos vivem no dia a dia no meio da hipocrisia, dos sorrisos amarelos e da falsidade e será que são felizes, que dormem de noite descansados, olhem eu não consigo ser assim. Mas também já percebi que o ser justa, honesta, decente e educada com tudo e todos não me leva a nada, porque metade das pessoas á minha volta o não fazem. Tento todos os dias sobreviver no meio desta falsidade que me rodeia, falsidade familiar( a pior de todas), falsidade profissional, amigos falsos, governos falsos, instituições falsas, enfim uma série de falsidades e tenho dias que acho que não vou conseguir ultrapassar isto tudo e choro revoltada com tantas injustiças, mas que vou fazer? Não posso mudar de planeta e não posso mudar o mundo à minha volta. Mas não me digam " deves ter a mania que és perfeita e vais mudar o mundo" porque tenho plena consciência que isso não posso fazer nem vai acontecer. Vou tentando viver o meu dia a dia. O que me doí ainda mais é haver tantas campanhas de solidariedade e de ajuda e depois essas mesmas pessoas não serem capazes de serem humanas para quem está próximo delas. Tenho dias que me sinto muito sozinha, como se eu fosse um fantasma que anda no meio das pessoas sem que ninguém repare nele, será que eu não tenho sentimentos? Não tenho direito a um bom dia( ao menos isso), não tenho direito a que conversem comigo, não tenho direito a um amigo verdadeiro, a uma família onde todos se amem e ajudem, não tenho direito a ser respeitada pelo meu profissionalismo e como tal elogiada ou os elogios é só para os afilhados que nada fazem?? Ok já percebi, não adianta barafustar porque nada vai mudar ou torno-me hipócrita ou vivo como um fantasma todos os dias. O que acham que deva fazer amigos??
“Falsos e hipócritas são aqueles que tudo fazem com palavras, mas na realidade nada fazem.”
11 comentários:
Bom dia!
Percebo perfeitamente como te sentes :)
já me senti assim ...
No fundo o que interessa mesmo é como te sentes contigo própria, ao mudares o teu pensamento em relação a ti consegues mudar os que estão á tua volta :)
Parece simples, mas não é fácil :)
Vai com calma e um passinho de cada vez, que chegas longe, tenta mudar-te a ti própria primeiro, para que te sintas bem contigo e esquece o que os outros pensam o que importa é que tu te sintas bem.
Beijo
Olá!
Penso que todos temos experiências que geraram esse conjunto de sentimentos.
"Dos fracos não reza a história", por isso, há que continuar com a mesma postura e, acima de tudo, assumirmo-nos como somos, quer pessoal, quer profissionalmente!
Melhores dias verão, certamente!
Ânimo!
Bj
Amiga,
concordo com os comentários anteriores. Tens de ser tu, o teu coração, a tua consciência tem de estar tranquila. Deves agir não como os outros e que não concordas, mas sim como dita o teu coração. Estamos rodeados de hipocrisia, mas não temos de ser como eles, se os "condenamos" como seremos capaz de ser como eles?
Jesus sofreu precisamente por querer ser diferente, disse "se vos derem uma bofetada numa face, dêm a outra face" é obvio que não podemos levar as suas palavras à letra, o que creio que ele nos tentou tansmitir é que sempre que nos magoarem não precisamos de agir da mesma forma a melhor forma (para nós e pior para quem nos magoou) é precisamente agirmos como o nosso coração nos diz para agir - sem rancor, sem dor, sem raiva. Quando alguém nos faz alguma coisa que nos magoa, não está a querer magoar-nos a nós, está a fazer aquilo por si próprio, está a amagoar o outro porque está imensamente magoado, descontente com ele próprio.
Concordo também que ao mudarmos o nosso interior, as coias à nossa volta mudam. Muda a tua energia, procura a paz inteior r tudo à tua volta será paz.
O que está à nossa volta não é mais que o reflexo do nosso inteior.
Para te preservares, começa por ter bons (de ti e do mundo) pensamentos; não faças presunções sobre o que vês, ouves ou deixas de ver ou ouvir; não te sintas pessoalmente atingida, não tomes como forma de te atingir as acções dos outros; e por fim, faz o melhor possivel a tua parte, assim ficarás tranquila, os outros que ajam como querem. Assim te preservas em todos os aspectos: fazes o que teu coração diz e ficas tranquila porque cumpriste "teu dever".
Serenos sorrisos
Acabei de ler o seguinte texto que se coaduna ao tema debatido (nada acontece por acaso) ;)
Atritos:
Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros,
desde que estejamos abertos e livres
para sermos impactados
pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras
que estão na nascente de um rio,
e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas
pelo rio sofrendo a ação da água
e se atritando com as outras pedras,
ao longo de muitos anos,
elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar
que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro,
é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás,
vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas
extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou,
eliminando arestas,
transformando-me em alguém melhor,
mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas,
com suas ações e palavras
me criaram novas arestas,
que precisaram ser desbastadas
Faz parte...
Reveses momentâneos
servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo,
ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida
como grandes pedras,
cheia de excessos.
Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro,
e principalmente da grandeza de Deus,
é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira
de excesso para chegar ao seu âmago
que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós
com um âmago bem forte
e muito parecido com o diamante bruto,
constituído de muitos elementos,
mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade,
a de amar...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar
Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.
Acabei de ler o seguinte texto que se coaduna ao tema debatido (nada acontece por acaso) ;)
Atritos:
Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros,
desde que estejamos abertos e livres
para sermos impactados
pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras
que estão na nascente de um rio,
e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas
pelo rio sofrendo a ação da água
e se atritando com as outras pedras,
ao longo de muitos anos,
elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar
que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro,
é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás,
vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas
extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou,
eliminando arestas,
transformando-me em alguém melhor,
mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas,
com suas ações e palavras
me criaram novas arestas,
que precisaram ser desbastadas
Faz parte...
Reveses momentâneos
servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo,
ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida
como grandes pedras,
cheia de excessos.
Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro,
e principalmente da grandeza de Deus,
é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira
de excesso para chegar ao seu âmago
que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós
com um âmago bem forte
e muito parecido com o diamante bruto,
constituído de muitos elementos,
mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade,
a de amar...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar
Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.
Acabei de ler o seguine texto que, creio, se apropria (cada acontece por acaso) ;)
Atritos:
Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros,
desde que estejamos abertos e livres
para sermos impactados
pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras
que estão na nascente de um rio,
e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas
pelo rio sofrendo a ação da água
e se atritando com as outras pedras,
ao longo de muitos anos,
elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar
que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro,
é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás,
vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas
extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou,
eliminando arestas,
transformando-me em alguém melhor,
mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas,
com suas ações e palavras
me criaram novas arestas,
que precisaram ser desbastadas
Faz parte...
Reveses momentâneos
servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo,
ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida
como grandes pedras,
cheia de excessos.
Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro,
e principalmente da grandeza de Deus,
é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira
de excesso para chegar ao seu âmago
que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós
com um âmago bem forte
e muito parecido com o diamante bruto,
constituído de muitos elementos,
mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade,
a de amar...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar
Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.
Serenos sorrisos
...tenho uma perguntinha para ti?
Serenos sorrisos
...está no final do poema...
Olá!
Eu deixei um recado naquela caixinha ao lado, mas confesso que nunca utilizei antes e não sei se funcionou, rsrs, desculpe!
Quero agradecer sua visita e dizer que quanto aos moldes, eu enviei dois links pela caixa de recados, se não der certo, me manda um e-mail que eu envio para você novamente ok? Se precisar de mais algum é só dizer.
Ah, seu texto é ótimo e é isso mesmo que acontece, a maioria das pessoas adora apregoar os altos valores da vida e em seguida sai falando mal do vizinho, rsrs. vai entender, se praticassem metade do que falam, o mundo seria bem diferente!
bjks
ola,entendo perfeitamente as tuas palavras , pois sinto me assim todos os dias... dou por mim a pensar, mas por que razao eu nao consigo ser assim ??? cinica egoista e pensar so em mim?? digo para mim mesma que vou mudar ,mas volto sempre ao mesmo prejudico me a mim propria para ajudar os outros e no final so levo pontapes. mas enfim acho que e por issi que somos diferentes porque temos um bom caracter...beijinhos
sem dúvida, às vezes temos de ser por sim, não porque queiramos, mas simplesmente porque assim a vida nos induz...
Serenos sorrisos
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